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A HISTÓRIA DE
CARLOS FELICISSIMO

Advogado de formação e empreendedor por insistência, não sei se sou o que costumam chamar de “executivo incomum”. Minha história é marcada por diversas experiências adversas de tentativa e erro que me tornaram quem eu sou hoje: alguém sempre disposto a ouvir, entender e ajudar, sem muita paciência para encenações e egos. Sou direto, transparente e descomplicado.


Quando era muito novo, com muito pouco a investir, resolvi que queria explorar o mundo. Fiz algumas viagens apenas com a cara e com a coragem, como dizem, e me aventurei a tentar extrair o melhor das situações de aperto que eu mesmo me coloquei.


Procurei refúgio no esporte, fui judoca, algo que me ajudou a entender que não devemos desistir. Após ouvir muitos não’s,

consegui espaço em empresas e escritórios como Arthur Andersen, Tozzini Freire e Clayton Utz. Sempre procurando ouvir e entender os problemas que se apresentavam a mim, buscando conhecimento.

Algumas pessoas que me conhecem chegam a dizer que eu sou como um rato de laboratório: Vivi na pele uma série de experiências – nem sempre positivas – em prol de adquirir um conhecimento maior sobre o mundo. Nunca medi esforços – éticos e físicos - para avançar e, no meio do caminho, vivi duas crises de mercado, tive dois burn outs e algumas crises onde vi um desalinhamento entre o meu físico, mental e emocional, o que afetou minha vida pessoal e profissional.

Para resolver, fui estudar o que estava acontecendo.


Me aprofundei em neurociência e entendi que só consegui sobreviver por causa do que eles chamam de “plasticidade cerebral”. Meu cérebro teve que se adaptar e ressignificar às situações que vivi, me dando hoje ferramentas para ver o mundo de forma diferente, encontrando positividade, soluções e cenários que muitas pessoas não enxergam. Sou provocativo por isso: acredito que forçar a saída da zona de conforto é a alavanca de resultados mais poderosa que temos – Hoje sei que a medicina já comprova isso.

Graças a isso tudo, não me coloco em caixas como “consultor”, “coach”, ou “mentor”. Acredito que esse tipo de rótulo limita a nossa capacidade de atuação e entrega. Sou um entregador de resultados, um provocador, um catalizador de alta performance. Sou a soma das minhas experiências e da minha forma de ver o mundo.


Criei a metodologia que uso para entregar qualquer solução: a Auditoria de Capital Humano. Com ela eu consigo extrair informações através das perguntas certas para tentar compreender a complexidade dos cenários que me apresentam. Dessa forma, através de insights positivos e sempre com foco em alta performance, procuro enxergar além do óbvio, trabalhando com intensidade, emoção e muita pessoalidade. 

Essa forma de ver o mundo me levou a atuar no Brasil e fora dele, conhecendo ainda mais pessoas e ampliando mais a minha visão do mundo. Hoje eu atuo como conselheiro na empresa que eu fundei e toquei por vários anos, e também como consultor.


Já fiz matérias também para alguns programas da Rede globo e sou comentarista da Exame.com.


Tenho hoje o prazer de ter fundado e tocado empresas do zero, ouvido e ajudado milhares de profissionais, trabalhado em diversas multinacionais e conduzido dezenas de processos de mudança.


Tudo isso me levou a entender um pouco melhor sobre a importância do equilíbrio entre o corpo, o lado profissional e o emocional. Hoje, voltei ao judô e, pela primeira vez, invisto nos 3 ao mesmo tempo.

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